Alessio Vecchio.
22:00 — Galpão.
— Ainda acha que pode me desafiar, irmãozinho? — Pergunto, com desdém na voz.
Com um movimento brusco, retiro a pêra de sua boca, permitindo que ele solte um grito de dor intensa. Seus olhos estão cheios de lágrimas, e sua boca sangra profusamente.
— Por favor, Alessio... — Ele choraminga, com a voz rouca e entrecortada. — Pare, eu imploro...
Ignorando suas súplicas, vou até a mesa de ferramentas e pego um "quebra-joelhos", uma ferramenta medieval usada para esm