Alessio Vecchio.
20:30 — Galpão.
CENA FORTES.
— Abaixe-o. — Ordeno a Saulo, minha voz firme.
Salvatore tenta não demonstrar medo, mas assim que seus pés tocam o chão, os cacos de vidro cravam-se em sua carne. Ele morde os lábios com força, segurando um grito de dor. Olha para mim e ri, um som seco e sarcástico.
— Acha que algo assim vai me fazer gritar? Eu esperava mais de você. — Ele cospe as palavras, tentando manter a compostura.
Ignoro sua coragem e volto para a mesa de ferramentas, pegando