— Que delícia, esse cara é bom — declarei tomando outro gole da segunda rodada do drink de morango.
— Ele é o melhor — David respondeu de dentro.
Empinei-me de bruços, deitada na popa do “meu barquinho de milhões”, já pensou? David estava tirando uma com a minha cara, só podia. Isso não era o tipo de presente que alguém normal dá para uma pessoa, se bem que, não se dava no meu mundo humilde, né? Possivelmente no dele era natural presentear alguém com um… UM IATE!
Admito que estava anestesiada,