Capítulo Nove
A noite estava silenciosa, a brisa fresca balançava as árvores ao redor enquanto eu caminhava sozinho, tentando clarear meus pensamentos. O peso da premonição ainda estava sobre mim, e, por mais que Kate tivesse me tranquilizado, a incerteza continuava me assombrando.
Foi quando ouvi passos leves atrás de mim. Não precisei me virar para saber quem era.
— Você sempre faz isso, não é? — falei, ainda olhando para o céu.
Nani sorriu, parando ao meu lado. Ela segurava uma pequena faca,