A mão de Diogo, tensa e pulsante de raiva, apertava cada vez mais o pescoço de Jair. Este, sufocando, começou a se debater com as pernas, enquanto suas mãos tentavam inutilmente soltar os dedos do irmão que o estrangulavam.
— Eu só queria te provocar, e você já está desesperado para dar um jeito naquelas duas testemunhas. — Diogo conseguiu sussurrar, mesmo com a voz sufocada. — Você não tem cérebro, nem paciência para pensar. Com que cara acha que pode me enfrentar?
Os olhos de Jair se arregalar