— O café da delegacia pode até ser ruim, mas não mata ninguém. Já as coisas da sua casa... Bom, eu não arriscaria. Vai que corro o risco de acabar com o estômago corroído, pulmões sujos ou, pior ainda, com o coração tão podre quanto o de vocês. Aí, realmente, não valeria a pena. — Vasco sorriu de canto, rebatendo com frieza o sarcasmo de Jair.
— Vasco! O caso do meu filho já foi encerrado, e foi a polícia de vocês que o liberou! Agora você volta aqui para quê, afinal? — Tiago estava sem paciên