No mês seguinte, eu já estava fascinada com a ideia de ter Liz na minha vida. Trocávamos mensagens o dia todo e, várias vezes por semana, encontrávamos uma maneira de encaixar seu horário de estudante/estagiária com minha rotina de mãe assalariada, para nos vermos escondidas. E mesmo trabalhando e estudando a maior parte do tempo, ela sempre dava um jeito de me surpreender, como no dia em que apareceu sem avisar na loja do meu pai, com sua inseparável bicicleta.
— O que você está fazendo aqui?