Ela deu seu habitual sorriso ao me ver. De um jeito que fazia meu estômago virar do avesso.
— Olá, estranha — ela se apertou no sofá enquanto eu analisava se aquela referência ao meu filme favorito, Closer, era obra do destino. — Tudo bem?
— Suze está trabalhando no bar. E isso é tudo que ela sabe fazer — entreguei o copo onde as pedras de gelo tilintavam num som hipnotizante.
— Está ótimo. Quando comecei a trabalhar aqui, nem isso eu conseguia preparar — ela bebeu. — Conheceu meu tio?
— Sim. E