Calvin.
“Que diabos você está fazendo na minha casa, Emma?” eu digo, com os dentes cerrados.
Gunner e eu estávamos ocupados repintando o quarto dele quando a campainha tocou. A última coisa que eu queria era que ele me ouvisse gritar e descesse só para ver essa vadia.
Eu a encaro com raiva crescente. Meus punhos estão cerrados e minha mandíbula está apertada, tentando evitar uma explosão.
“Eu-eu…” ela não termina a frase, o que me irrita ainda mais.
Que se dane isso! Saio de casa e fecho a