"Que tal eu falar com seu pai quando ele chegar em casa?" Eu o puxo para mim, precisando senti-lo para que eu possa me ancorar ao presente. "Se ele concordar, então podemos recebê-lo no fim de semana."
Suas frustrações desaparecem, e ele me dá um sorriso ofuscante. Eu sorrio de volta, pensando em como ele dará noites sem dormir a muitas meninas quando ficar mais velho. Assim como seu pai e tio fizeram.
"Obrigado, mãe", ele diz, beijando minha bochecha. "Vou ver se Iris está acordada. Senti muita