A lua estava alta e o carro parou em uma estrada mal conservada. Jorge desceu do carro e foi ao encontro do homem escondido pela sombra da noite.
— Henrique. O que quer? Já disse que não faço mais parte do movimento. — Foi falando Jorge enquanto se aproximava.
— Calma amigo. Só quero te dar os parabéns por ter conseguido provar sua inocência.
Henrique sorriu, mas com deboche
— Não quero nunca mais falar sobre isso e muito menos ter contato com o movimento. Acabou, depois de vocês quase me ferra