Clarice Martins
Renkins só parou de ser um babaca quando viu os seguranças do hospital caminhando na nossa direção, então ele fingiu ter se recomposto e partiu.
Ele era um babaca com “B” maiúsculo, o rei deles. Eu queria continuar espraguejando ele até o dia seguinte, mas tinha algo mais interessante na minha frente.
O CEO poderoso, por quem a enfermeira tentava não mostrar que estava babando, era o meu salvador.
— Seu namorado é o CEO mais cobiçado de Stanvil, como conseguiu isso?
Um sorriso bobo ousou aparecer, somente para se desmanchar enquanto eu o assistia conversar com alguém sobre abrir meu processo contra Renkins, denunciando seu abuso.
“Na verdade, ele não é meu…” Toquei de leve minha barriga.
Ele só era meu alvo, não passava de um sonho. Meu filho não tinha um pai desses. Eu sequer tinha conhecimento da identidade do amante da tatuagem de fuzileiro naval.
Apenas fazia suposição de que, se estivéssemos em perigo, ele nos salvaria, se tivesse mesmo aquele heroísmo vin