Capítulo 168
Mariana Bazzi
O baque do corpo de Sidnei no sofá fez eco no meu peito como um alívio parcial. Só parcial. Porque aquilo ainda não era o fim. Ainda não era o suficiente.
Meu pai largou o pescoço dele, e o desgraçado tossia e babava tentando recuperar o ar, mas ninguém ali sentia pena. Nem um pingo.
Me aproximei, fria. Com a arma ainda apontada para ele.
— Vamos levar esse infeliz pra um lugar diferente. Não quero sujar mais a casa da minha mãe com esse lixo.
— Casa