Após proferir a última palavra, César não hesitou e puxou o gatilho. Um disparo soou e a bala atravessou a orelha de Lúcio.
- Covarde! - Lúcio gritou, recuando enquanto segurava sua orelha sangrenta. Ainda assim, não parava de gritar. - Você enlouqueceu? Você realmente atirou? - Ele pensava que Cesar só queria intimidá-lo, sem imaginar que levaria a sério.
- Da próxima vez, não vou mirar na orelha. Já estou avisando. - César ajustou a mira da arma, declarando friamente. - Vou perguntar mais uma