Diya arqueou as sobrancelhas, sem sequer virar a cabeça. Em seguida, abriu a porta com firmeza e saiu sem hesitar.
Zeus estava parado no centro da sala, sua figura alta e imponente parecia a de um demônio saído diretamente do inferno. Na sua mente, as palavras dela ecoavam como chamas ardentes: ela teria outros homens, teria filhos, mas o pai dessas crianças nunca seria ele.
Com o cenho franzido de dor, ele soltou uma risada fria e amarga. O rosto carregado, contendo a ebulição do sangue em suas