O quarto estava mergulhado na escuridão. A única luz vinha da brasa do cigarro entre os dedos de Zeus, que permanecia sentado, imóvel. Diya tateou até encontrar o interruptor e acendeu a luz. Sem hesitar, deu um passo à frente e estendeu a mão na direção dele:
— Zeus, me dá o vídeo agora!
Zeus soltou um anel de fumaça antes de dar um riso baixo e irônico:
— Engraçado... Por que eu deveria te dar só porque você está pedindo?
Ele apontou com desdém para a direção do banheiro e, com um tom de coman