Ademir de repente percebeu o que tinha feito e rapidamente soltou a mão, abraçando Joyce e tentando acalmá-la:
— Desculpa, foi culpa do tio. Você pode perdoar o tio, Joyce?
Os olhos de Joyce estavam cheios de lágrimas, e ela o olhava com uma expressão confusa.
Por fim, ela se aninhou em seu abraço.
A pequena bolinha fofa falou baixinho:
— Tio, não pode apertar tão forte assim.
— Tá bom, eu não vou mais. — Ademir respondeu prontamente.
— Então eu perdoo o tio. — Joyce se aconchegou ainda mais em