— Esperar por mim? — Karina piscou os olhos. — Eu não disse que não voltaria?
— Sim... — Ademir sorriu baixinho. — Mas, ainda assim, eu quero esperar.
Ele olhou para o relógio na parede:
— Veja, você não voltou?
Embora um pouco tarde.
— Você... — Karina hesitou, seu olhar vacilando, e sua voz já não era tão severa. — Não faça isso...
— O que eu fiz?
— É só... — Karina mordeu os lábios, se sentindo desconfortável. — Não faz isso.
— Você quer que eu não espere por você? — Ademir olhou para ela, se