— Diga, eu digo. — Ademir imediatamente se animou e estendeu a mão diante dos olhos de Karina. — É aqui.
Na palma da mão dele, havia um corte longo, ainda sangrando, embora parte do sangue já estivesse seco.
Karina ficou surpresa, provavelmente ele se machucou enquanto a protegia rolando no chão, ao apoiar a mão no solo.
— O que aconteceu com você? Eu fiz o exame por tanto tempo, você não pensou em procurar um médico para tratar isso? — Perguntou Karina, preocupada.
— Não é nada, não dói. — Adem