Após desligar o telefone, Karina apertou firmemente o celular, com as veias das mãos bem visíveis.
Ela quase não conseguiu controlar suas emoções momentos atrás.
Karina inspirou profundamente e depois soltou o ar com a mesma intensidade.
Olhou para o rosto de Túlio, adormecido e, em voz baixa, disse:
— Nuvem, minha memória é boa. Não esqueci o sofrimento que você passou, nem as humilhações que eu mesma enfrentei. Fique tranquilo, não vou deixar que me machuquem novamente.
Do outro lado da linha,