— Obrigada. — Karina sorriu levemente.
No instante seguinte, se encontrou envolvida nos braços de um homem.
Karina se sentiu desconfortável e tentou se soltar.
— Não se mexa. — O homem rosnou baixinho. — Se você continuar se movendo, não posso garantir que vou esperar até amanhã.
Imediatamente, Karina ficou imóvel.
Ademir sorriu de canto e beijou seu cabelo curto e macio:
— Durma.
Mas como Karina conseguiria dormir assim?
Estava com o corpo rígido, completamente incapaz de se mexer...
No entanto