Eles se encararam por um momento. Karina não desviou o olhar. Ao contrário, sorriu para ele.
Ademir ficou primeiro atônito, depois paralisado.
Quando a porta do elevador estava prestes a se fechar, ele se apressou em esticar o braço e apertar o botão de abrir.
Encarando Karina, perguntou:
— Não vai entrar?
— Não. — Karina balançou a cabeça com um sorriso e apontou para os objetos ao seu lado. — Estou esperando alguém. Não consigo levar tudo sozinha.
Ao ouvir isso, Ademir saiu do elevador imediat