— Eu levo, eu levo! — Ademir cerrou os dentes, segurou o pulso dela com firmeza e saiu da sala de descanso, indo direto para o estacionamento.
Entraram no carro. Assim que o veículo arrancou, ele fez uma ligação para Karina.
Karina atendeu rapidamente.
— Karina. — Ademir segurava o celular, hesitante ao falar. — Eu preciso levar a Vitória para o hospital. Ela está muito abalada agora.
Enquanto dizia isso, sentia um medo enorme... Medo de que Karina ficasse chateada.
— Tá bom. — Mas Karina estava