Karina mantinha os olhos abertos enquanto um líquido espesso escorria pelo seu rosto, se misturando, num instante, às lágrimas que já desciam silenciosas.
Logo em seguida, o corpo pesado de Lucas tombou sobre ela, sem forças, se apoiando em seu ombro.
— Não, não... — Murmurou Karina, com os lábios trêmulos. — Isso não pode estar acontecendo...
O som estridente do alarme soou no monitor do quarto.
Ela era médica. Nem precisou olhar para saber o que aquilo significava!
Na tela do aparelho, a linha