Os olhos de Ademir brilharam, como se fogos de artifício estivessem explodindo.
— Isso foi você quem fez, me provocando! — Disse ele.
Ademir se virou e, com um gesto decidido, pegou Karina nos braços e a colocou na cama.
Ele abaixou a cabeça e selou seus lábios com os dela.
Karina, assustada, empurrou Ademir, com os olhos cheios de lágrimas:
— Não faça isso, não posso...
— Eu sei. — Ademir, ainda com certa razão, falou com calma. — Eu só vou te dar um beijo, te abraçar.
— Mesmo assim... — Karina