Nessa noite, Ademir ainda não tinha a permissão de ficar ali.
— Karina, Karina...
— Pode gritar o quanto quiser, vai ser a mesma coisa. — Karina o empurrou para fora, sorrindo e acenando com a mão. — Já é tarde, vai embora. Boa noite.
E, com isso, fechou a porta.
Ademir levantou uma sobrancelha:
— Que mesquinha.
“Aguarde, o dia em que vai dormir nos meus braços vai chegar.”
Se virando, a figura imponente do homem seguiu em direção ao apartamento ao lado.
...
Na manhã seguinte, quando a c