Encostada em seu abraço, Karina foi aos poucos se acalmando.
A preocupação ainda permanecia, mas o medo... Esse já havia diminuído consideravelmente.
Ela precisava admitir, Ademir realmente possuía esse tipo de poder, algo forte e seguro.
Após muito tempo, Karina empurrou o homem suavemente, sua voz rouca ao falar:
— Levanta.
— Só mais um pouco.
Era difícil conseguir abraçá-la, e agora, depois de tão pouco tempo, parecia insuficiente.
— Você... — Karina se irritou com ele, empurrando