Ademir respondeu com dificuldade.
Na verdade, ele não queria admitir, pois achava que Karina estava se equivocando...
De fato, assim que ele assentiu, Karina sorriu:
— Claro, a Vitória está ocupada e não é conveniente, você deveria cuidar disso.
— Karina... — Ademir sentiu uma dor no peito.
Embora sua voz fosse suave e sua expressão tranquila, ele ainda achava que as palavras dela eram cruéis!
— O que houve? — Karina esperou um momento e, vendo que ele não dizia nada, apontou para o