A boca de Karina estava cheia de comida, e ela apenas balançou a cabeça.
No entanto, ela não olhou para ele.
Ademir sentiu uma dor no peito, sabia que a havia magoado ao deixá-la esperando sozinha a noite toda:
— E amanhã à noite, que tal? Eu vou fazer a reserva no restaurante, e garanto que vou chegar antes de você.
— Não precisa. — Karina continuou balançando a cabeça, pegando um pedaço de rabanete picante, e murmurou em voz baixa. — Só resta esse.
— Eu te sirvo mais. — Ademir se lev