— Vitória...
Karina deixou que ela desabafasse.
Porque ela entendia a raiva de ver o próprio homem com outra mulher.
Mas era só isso, ela apenas compreendia.
— Eu não estou perseguindo o seu namorado, realmente nos encontramos por acaso.
Vitória rangeu os dentes e soltou uma risada fria, balançando a cabeça repetidamente.
— É mesmo? Então me responde, por que você se recusa a ir ao tribunal de justiça assinar os papéis?
— O quê? — Karina achou estranho e lançou um olhar para Ademir