— Solte, solte já!
Karina estava prestes a chorar de tanta dor. A mão daquele homem a apertava como um alicate.
— O que você está se mexendo à toa?
Ademir não soltou Karina. Ele sabia que o que fez naquela noite estava errado. Porém, algo dentro dele o incomodava profundamente.
Embora sentisse culpa e preocupação, ao vê-la rindo e conversando com um estranho em um carro esportivo, uma raiva incontrolável tomou conta dele.
Ele abriu levemente os lábios, querendo se desculpar:
— Eu...
— Eu não qu