— Zara...
Filipe estava prestes segurá-la, mas, para sua surpresa, Zara avançou diretamente.
Com uma calma assustadora, ela levantou a mão e deu um tapa no rosto da mulher.
Nem Samuel nem a mulher esperavam por aquilo. O tapa a atingiu em cheio.
A mulher, surpresa, levou a mão ao rosto e olhou para Zara:
— Quem é você, sua louca?
— Louca? Eu sou a louca?
Zara estava à beira de um colapso. Aquele tapa não foi suficiente para aliviar o ódio que ela sentia.
Descontrolada, ela gritou