Catarina abaixou a cabeça e viu a criança segurando suas pernas, sentindo uma leve impaciência, mas não demonstrou.
Ela se curvou e sorriu radiante:
- Sou eu. Criança, por que está sozinho aqui? Onde estão seus pais?
Ela observou cuidadosamente a criança diante dela, com traços faciais delicados e uma profundidade hipnotizante em seus olhos.
Era evidente que seus pais não eram pessoas comuns. Breno, com seus grandes olhos brilhantes, olhava para ela com seriedade e disse:
- Ouvi dizer que meu p