No cais de travessia do rio da Cidade R.
Ao lado do armazém, se ergue uma casa térrea que parece um pouco desgastada pelo tempo.
Era hora do almoço e o aroma da comida escapava pelos corredores, se misturando com a névoa sobre o rio.
Um leve cheiro de medicamento se fundia ao odor dos alimentos, mas era difícil de perceber.
No final do corredor da casa, Zeca estava na porta de um quarto, segurando uma caixa estreita e hesitando em entrar.
- Senhor Guilherme, trouxe as coisas de volta. - Disse Ze