O pequeno quintal da casa do avô de Mariane era bem visível na rua estreita. As violetas que cresceram no topo do muro e os galhos da amoreira que vazavam para fora do jardim faziam com que aquele quintal se destacasse dos demais.
De longe, Mariane já sentiu o cheiro.
Ela chegou com cuidado na porta do quintal e abriu a fechadura.
Ao abrir a porta, porém, o cheiro não era tão agradável quanto parecia de longe. Havia um odor de frutas podres no ar.
Mariane acendeu as luzes do quintal e percebeu