O telefone do outro lado continuava a tocar.
Mas ninguém atendeu.
Já eram onze horas da noite, deveria haver um policial de plantão.
Ela ligou duas vezes antes que o telefone fosse atendido, e a voz do outro lado era de um homem, estranhamente familiar:
- Delegacia de Polícia, em que posso ajudar?
- Eu quero fazer uma denúncia anônima...
Lúcia desligou o telefone e ligou para o hospital.
Quando a ambulância chegou, Lúcia já estava desmaiada de dor, caída no chão.
Os paramédicos rapidamente colo