No escritório da Mansão Baptista.
A porta estava fechada. Uma luminária de mesa jazia sobre a escrivaninha, projetando uma luz amarelada e tímida que mal iluminava o ambiente.
Sílvio, vestido com um roupão verde-escuro que realçava sua figura imponente, estava parado em frente à janela. Seus olhos estavam fixos na neve fina que caía lá fora. Primeiro, os flocos desciam discretos, pequenos, quase tímidos. Mas logo, tornaram-se mais densos e preenchiam o ar. A vidraça já estava embaçada por uma fi