Aquele som, tão acolhedor, trouxe Lúcia de volta à consciência. Com esforço, ela conseguiu abrir os olhos e percebeu que estava em um quarto de hospital na cidade de Serra Encantada.
Sílvio estava deitado na mesma cama que ela, segurando-a em um abraço protetor. Ele passou a mão pelo rosto dela, enxugando uma lágrima que escorria.
— Por que está chorando? Teve um pesadelo? — Perguntou Sílvio, com um tom preocupado que transparecia uma genuína preocupação.
Lúcia não queria que ele se preocupasse: