Lúcia saiu do hotel e foi até a rua procurar uma farmácia para comprar o remédio.
Às três da manhã, a rua estava deserta e fria.
O vento gelado envolvia seu corpo frágil, tornando sua respiração mais rápida.
Depois de muita dificuldade, ela encontrou uma farmácia antiga com a luz acesa. Entrou e disse à dona:
- Boa noite, preciso comprar um remédio.
Quando Lúcia explicou o que precisava, a dona da farmácia a olhou como se fosse uma lunática e abanou a mão:
- Que absurdo é esse? Nós não vende