A mão de Sandra já estava completamente fria, sem qualquer vestígio de calor.
— Mãe, acorda! Mãe, por favor, acorda! — Lúcia chorava descontroladamente, sacudindo o corpo da mãe. — Não me assusta assim. Não faz isso comigo! Não brinca desse jeito!
Mas, por mais que Lúcia chorasse e implorasse, Sandra não reagia mais.
— Basílio, por favor, leve minha mãe rápido para dentro do hospital, agora! — Lúcia secou as lágrimas e saiu apressada do carro.
Basílio levantou Sandra em seus braços e entrou rapi