Lúcia mordia os lábios, seus ombros tremiam enquanto ela se esforçava para não deixar o choro escapar. Tinha medo de que seus pais ouvissem e ficassem preocupados.
Uma pessoa triste já era o suficiente, não havia necessidade de arrastar os outros para o sofrimento.
De repente, sentiu uma dor aguda no fígado, como se inúmeras serpentes venenosas o estivessem dilacerando.
O gosto de sangue já chegava à sua garganta, mas ela engoliu de volta, segurando-se.
Com muito esforço, rastejou até onde guard