Lúcia esboçou um sorriso e colocou toda a ração que tinha na mão na tigela do papagaio, que devorou rapidamente, deixando tudo limpo em questão de segundos.
A ave devia estar faminta, e Lúcia acabou enchendo a tigela várias vezes, e todas foram esvaziadas com a mesma rapidez.
Enquanto olhava para as penas negras e brilhantes do papagaio, Lúcia caiu em pensamentos. A planta já havia morrido, e se o papagaio continuasse ali, teria o mesmo destino?
Ela havia perdido sua liberdade, sua vida plena,