Lúcia queria ter tido alta do hospital, pois se sentia como um pássaro enjaulado, sozinha e isolada na enfermaria. Mas Sílvio não permitiu, temendo que ela pudesse, mais uma vez, abortar o filho dele em segredo.
Ele não foi ao escritório do Grupo Baptista, preferindo trazer o trabalho para o hospital para ficar ao lado dela. Na verdade, Lúcia não via isso como companhia, mas sim como vigilância.
Todos os dias, ela tomava uma quantidade enorme de medicamentos: suplementos nutricionais e remédios