— Quem te deu permissão para entrar no carro? Sai agora! — Sílvio disse, com um sorriso de escárnio, enquanto terminava de ajustar o cinto de segurança.
Lúcia sentiu uma dor profunda no peito, mas disfarçou com um sorriso despreocupado:
— Se quer que eu saia, então atenda ao meu pedido.
— Você está delirando!
— Sem problemas. Se você não aceitar, eu vou continuar te seguindo. Para onde você for, eu vou. Se eu não ficar constrangida, quem vai ficar é você. — Lúcia lançou-lhe um olhar confiante.