— Que promessa? — Perguntou ele.
— Sílvio, você não vai negar, né? Ontem à noite, você disse que, se eu me ajoelhasse e implorasse, você consideraria ajudar a família Baptista a sair dessa.
— Eu disse considerar, não prometer. Foi você que, sendo tola, decidiu se ajoelhar. Culpe a si mesma por isso.
— Sílvio, você fez isso de propósito!
— E essa não foi a única vez que você fez algo estúpido. Da última vez, você cortou os pulsos. Eu disse para você morrer e você realmente tentou. Nem sei quem fo