Capítulo 142
Ela olhou ao redor. A estrada asfaltada era estreita, com largura suficiente para apenas um carro passar.

Ao lado da estrada, havia uma horta grande e ampla, envolta na escuridão densa da noite, transmitindo uma sensação de tranquilidade e desolação infinitas.

Não havia uma alma viva, muito menos um carro.

Lúcia tinha a palma da mão cheia de pequenos e finos cacos de vidro, e a dor fazia as lágrimas escorrerem dos seus olhos.

Levantar-se do chão era difícil, especialmente com um braço deslocado.
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Salomé Limase eu fosse ela matava ele e depois se matava ela vai morrer mesmo é abreviar o sofrimento
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