Ela olhou ao redor. A estrada asfaltada era estreita, com largura suficiente para apenas um carro passar.
Ao lado da estrada, havia uma horta grande e ampla, envolta na escuridão densa da noite, transmitindo uma sensação de tranquilidade e desolação infinitas.
Não havia uma alma viva, muito menos um carro.
Lúcia tinha a palma da mão cheia de pequenos e finos cacos de vidro, e a dor fazia as lágrimas escorrerem dos seus olhos.
Levantar-se do chão era difícil, especialmente com um braço deslocado.