— Cala a boca! — Lúcia gritou, tomada pelo desespero, tentando novamente tapar os ouvidos. Ela não queria ouvir, não queria saber de nada.
Mas as maldições venenosas de Sílvio, como serpentes, infiltravam-se em seus ouvidos, penetrando seu coração:
— Meu pai era um homem honesto! Nunca fez nada de errado! E foi queimado vivo por ordem do seu pai! Ele não é um monstro? Ele não é um monstro?
— Lúcia, desde o momento que te vi pela primeira vez, eu quis te estrangular com minhas próprias mãos, sa