A Vila Esperança não terminou no momento em que as máquinas de Sofia Vilela silenciaram ou quando o "Cérebro" de Otávio se fragmentou em estática digital. A verdadeira conclusão de uma saga que atravessou quatro décadas — do asfalto quente de 1995 ao magnetismo frio de 2015 — não reside no fechamento de um ciclo, mas na abertura de uma nova forma de existência. Se o vidro era a transparência enganosa do poder e o ferro era a rigidez da resistência, o barro, elemento primordial desta jorna