O barulho da chuva intensa que batia violentamente nas janelas, os acordou no meio da madrugada.
A tempestade parecia ter piorado, com trovões ecoando à distância e o vento uivando como se quisesse arrancar o pequeno apartamento do chão.
Ana abriu os olhos lentamente, piscando no escuro, tentando entender onde estava. Ao seu lado, Lucas também se mexeu, despertando com a mesma inquietação.
— Que barulho é esse? — Ana murmurou, ainda meio sonolenta, sentindo o coração acelerar com o som ameaçado