A manhã seguinte ao noivado amanheceu fria.
A cidade ainda estava despertando quando abri a janela do quarto e senti o vento bater contra meu rosto. Lá embaixo, algumas carruagens já cruzavam as ruas molhadas pela chuva da madrugada. Comerciantes começavam a abrir as lojas, trabalhadores caminhavam apressados e, ao longe, o som dos sinos da igreja anunciava mais um dia começando.
Fiquei alguns segundos parado diante da janela.
Tentando entender por que, mesmo depois da noite anterior ter sido